"O aprendizado do ensinante ao ensinar se verifica na medida em que o ensinante, humilde, aberto, se ache permanentemente disponível a repensar o pensado, rever-se em suas posições; em que procura envolver-se com a curiosidade dos alunos e os diferentes caminhos e veredas, que ela os faz percorrer".
Paulo Freire
Esta é a última semana de estágio e fazendo uma avaliação de todo este período fica uma sensação de atividade quase cumprida. Tive neste período gratas surpresas, como a receptividade da turma para a realização das atividades, minha turma não é uma turma "calma", eles são bem agitados mas naquela curiosidade de fazer, aprender pois a atividade que se propõe eles participam, opinam.
Quando digo que é quase uma atividade cumprida, fico um pouco frustrada com relação a proposta do blog, não pela receptividade dos alunos (que foi muito positiva), nem pelo objetivo do mesmo, pois os alunos que fizeram sua postagem a fizeram com seriedade, buscando o melhor, mas pela impossibilidade, até o momento de todos trabalharem no blog colocando seus comentários, claro que este não é um trabalho que está se encerrando com o estágio, é uma proposta para o ano inteiro, mas fica aquela sensação que o meu objetivo não foi totalmente alcançado.
Outra proposta que achei muito válida foi a leitura em sala de aula, são trinta minutos que dedicamos a leitura, e nestes minutos a turma toda participa, buscam livros, realizam a leitura. No início percebia que muitos alunos somente folheavam os livros e buscavam outros, mas com o decorrer dos dias foi ocorrendo uma mudança de atitude, acho-os mais envolvidos, mais concentrados nos livros que escolheram, claro que ainda alguns alunos somente olham os livros, pois encontram dificuldade para ler, mas sempre incentivo perguntando se gostou do livro, o que poderia me falar da história.
A citação acima de Paulo Freire reflete uma atitude, uma mudança de comportamento que venho adotando deste de que resolvi cursar pedagogia à distância, pela necessidade de estudar para ensinar, buscar recursos para melhor atender ao meu aluno, como digo a eles, aqui sou professora depois sou aluna, alguns ficam surpresos por eu estar estudando, então digo que devemos estar sempre estudando, aprendendo coisas novas, logo vem as falas de que também vão estar sempre estudando, aprendendo.
Tenho aprendido muito com meus alunos, a cada ano que passa, cada turma, vou aprendendo, este período foi muito importante, pois como já disse em outros comentários, foi a minha hora de me testar, ousar, sair do "comportadinho" para propiciar um "barulho" esclarecedor, para mim e para meus alunos, portanto apesar das dificuldades sei que é possível, a reflexão sobre nossa prática e o retorno dos alunos ao comentarmos um assunto, para mim, servem de orientadores do meu dia-a-dia em sala de aula.
sexta-feira, junho 25, 2010
quarta-feira, junho 23, 2010
Reflexão II
Continuo buscando dentro da realidade de meu aluno informações para trabalhar em sala de aula, esta é uma prática que vem acrescentando muito às minhas aulas, sempre, antes de um assunto ser trabalhado, conversamos sobre o mesmo, busco informações dos alunos sobre o assunto, o que conhecem, qual a ideia que formulam sobre o mesmo, chamo a atenção sobre o respeitar a opinião do colega, pois mesmo que não esteja em sintonia com o que estamos trabalhando precisamos ouvi-la para depois expor nosso pensamento sobre o que foi colocado, pois o primeiro impulso deles é não ouvir e contestar, mas são atitudes que devem ser trabalhadas diariamente com eles.
Também trabalhamos com poema, os alunos realizaram leitura de um poema e falamos sobre a estrutura de um poema, suas estrofes e versos. O poema referia-se as partes do corpo, assunto no qual trabalharíamos a seguir.
Após a leitura do poema, identificamos as partes do corpo, lendo os versos e apontando em nosso corpo as partes citadas no poema.
Esta é uma prática que estou fazendo neste período de estágio, ou seja, relacionar todos os conteúdos trabalhados (linguagem, ciências, geografia, . . ), o que não fazias anteriormente, trabalhava com assuntos diferentes, por mais que soubesse que era produtivo, não aplicava, agora tudo que é planejado, pesquisado envolve uma interdisciplinariedade, prática adotada no meu estágio que vai se tornando peça principal em meus planejamentos.
Também trabalhamos com poema, os alunos realizaram leitura de um poema e falamos sobre a estrutura de um poema, suas estrofes e versos. O poema referia-se as partes do corpo, assunto no qual trabalharíamos a seguir.
Após a leitura do poema, identificamos as partes do corpo, lendo os versos e apontando em nosso corpo as partes citadas no poema.
Esta é uma prática que estou fazendo neste período de estágio, ou seja, relacionar todos os conteúdos trabalhados (linguagem, ciências, geografia, . . ), o que não fazias anteriormente, trabalhava com assuntos diferentes, por mais que soubesse que era produtivo, não aplicava, agora tudo que é planejado, pesquisado envolve uma interdisciplinariedade, prática adotada no meu estágio que vai se tornando peça principal em meus planejamentos.
segunda-feira, junho 21, 2010
Pesquisa, atitude diária
"“Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar ou anunciar a novidade"
Paulo Freire
Meus alunos são bem participativos, todos gostam de falar, expor o que sabem o que acho bem positivo, claro que às vezes tenho que chamar a atenção sobre importância de respeitarmos a opinião de nossos colegas e discuti-las em aula.
Esta semana continuamos a trabalhar os conteúdos relacionando com a Copa, eles estão bem motivados, uma atividade que foi bem positiva foi à criação do alfabeto da copa por eles elaborado, a cada letra os alunos mencionavam uma palavra escrevendo no quadro, assim podemos ver a grafia da mesma, sua relação com o futebol, pois alguns falavam palavras que não tinham relação com o futebol e eram corrigidos pelos colegas, logo foi bem divertido. Após concluir o alfabeto, receberam uma folha e escolheram quais as palavras que iriam usar, ilustrando.
Estamos participando de uma gincana onde cada turma representa um país participante da copa, nosso país é a Argentina, logo todas as notícias que eles ouvem ou lêem sobre este país trazem para a sala de aula, também estou pesquisando sobre a Argentina para informá-los. Esta semana também construímos a bandeira da Argentina, onde comentei sobre a mesma, o Sol Del Mayo que fica no centro da bandeira, o porquê ele foi retratado e que outros países sul americanos também o utilizaram em suas bandeiras.
A professora de educação física está trabalhando com eles a dança, mais especificamente o tango, onde ensaiará com dois casais para apresentar para a escola e estou pesquisando sobre Evita para comentar com eles sua importância para o povo argentino.
Como dizia Paulo Freire sobre o professor pesquisar, buscar para anunciar aos seus alunos, também acredito que como educadora não posso parar nunca de pesquisar, procurar, questionar e motivar meus alunos para torná-los também seres questionadores, pesquisadores, incentivar sua curiosidade.
Este hábito de pesquisar posso dizer que também foi aprimorado ao longo destes semestre, pois sem dúvida o Pead forma professores pesquisadores, curiosos por buscar novos técnicas de ensino e metodologia, pois já sendo professores todos possuem experiência em sala de aula. Tenho certeza que este hábito tornou-se permanente, pois estou sempre buscando na internet novidades para apresentar aos meus alunos.
Procuro estimular a curiosidade de meus alunos, fazendo questionamentos sobre os assuntos que trabalhamos, com a visita as bancas da feira de ciências comentamos sobre os trabalhos expostos, escolhemos dois alunos que representaram a nossa turma para a apresentação dos trabalhos confeccionados por eles.
Estou gostando muito de me perceber mais receptiva às mudanças que estou adotando em sala de aula, o fato de meus alunos relatarem o que leram no final de semana, ou o tempo destinado a leitura nos minutos finais das aulas estar promovendo uma busca por parte de meus alunos, por diferentes tipos de livros e observo a mudança, pois no início do ano, o conceito de leitura era o de folhear os livros, logo, pegavam os livros olhavam as gravuras e buscavam por outros, hoje a maioria para e lê o livro que escolheu, claro que ainda tem os que somente folheam os livros, mas acredito que esta postura irá mudar, assim como a minha está mudando ao adotar novas maneiras de se trabalhar os conteúdos.
domingo, junho 20, 2010
Reflexão
" Por que não discutir com os alunos a realidade concreta a que se deva associar a disciplina cujo conteúdo se ensina, (...)"
Paulo Freire
Trazer para a sala de aula o conhecimentos de meus alunos tornou-se uma atividade diária em nossa sala de aula. Segundo Paulo Freire temos que discutir, comentar o que nossos alunos aprendem em seu cotidiano. Ao realizar uma atividade sobre o bairro, começamos pela rua de cada aluno, comentei com eles que não conhecia o bairro somente o caminho para a escola, então propus que cada um falasse sobre a sua rua. Como alguns moram na mesma rua foi interessante ver a visão que cada aluno tem de sua rua. Ao descrever a sua rua o aluno deveria dizer o que mais gostava, o que não gostava, depois comparamos as respostas. Foi muito legal cada aluno defender o seu ponto de vista em relação ao local onde mora, alguns falaram da violência então já aproveitamos e conversamos sobre o por que da violência, logo a partir da rua podemos comentar sobre diferentes aspectos, trabalhando a interdisciplinariedade, muito trabalhada em nosso curso.
Ao longo de nosso curso a disciplinas sempre se apresentaram interligadas, trabalhando assuntos de forma integrada e isso não poderia deixar de nos tocar, ou melhor, provocar uma mudança de atitude, não trablhamos mais conteúdos de forma isolada, mas sim integrando-os a partir de questionamentos dos próprios alunos, de seu dia-a-dia.
Depois dos comentários sobre a rua, cada aluno retratou-a utilizando colagens de jornal, ficou um belo trabalho, mostrando aos colegas o trabalho finalizado.
Paulo Freire
Trazer para a sala de aula o conhecimentos de meus alunos tornou-se uma atividade diária em nossa sala de aula. Segundo Paulo Freire temos que discutir, comentar o que nossos alunos aprendem em seu cotidiano. Ao realizar uma atividade sobre o bairro, começamos pela rua de cada aluno, comentei com eles que não conhecia o bairro somente o caminho para a escola, então propus que cada um falasse sobre a sua rua. Como alguns moram na mesma rua foi interessante ver a visão que cada aluno tem de sua rua. Ao descrever a sua rua o aluno deveria dizer o que mais gostava, o que não gostava, depois comparamos as respostas. Foi muito legal cada aluno defender o seu ponto de vista em relação ao local onde mora, alguns falaram da violência então já aproveitamos e conversamos sobre o por que da violência, logo a partir da rua podemos comentar sobre diferentes aspectos, trabalhando a interdisciplinariedade, muito trabalhada em nosso curso.
Ao longo de nosso curso a disciplinas sempre se apresentaram interligadas, trabalhando assuntos de forma integrada e isso não poderia deixar de nos tocar, ou melhor, provocar uma mudança de atitude, não trablhamos mais conteúdos de forma isolada, mas sim integrando-os a partir de questionamentos dos próprios alunos, de seu dia-a-dia.
Depois dos comentários sobre a rua, cada aluno retratou-a utilizando colagens de jornal, ficou um belo trabalho, mostrando aos colegas o trabalho finalizado.
segunda-feira, junho 14, 2010
Mudanças
"É pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem que se pode melhorar a próxima prática."
Paulo Freire
O estágio sempre me assustou, pois não pensei que poderia mudar minha forma de dar aulas, mas este foi o momento de utilizar todos os ensinamentos aos quais tivemos até então. Achei que seria muito difícil trabalhar com tecnologias em uma escola que não tem um LI atuante, ou seja, não podemos utilizá-lo, não por má vontade da direção, mas por problemas estruturais, mas tudo se consegue, não na proporção as quais desejamos ou precisamos mas pelo menos como um pontapé inicial.
Essas semanas de estágio estou aprendendo muito. Por que? Porque estou ousando, experimentando, analisando, criticando, ampliando meu olhar ( que classifico como muito importante). Com os questionamentos da minha orientadora planejo minhas aulas procurando interligar os conteúdos, antes trabalhava por disciplina agora consigo integrar, envolver o aluno em discussões buscando seus conhecimentos para a sala de aula, estou mais observadora, ou seja, atenta para os eventos que ocorrem no bairro para comentarmos em sala de aula, o que não fazia anteriormente.
Durante todo o curso trabalhamos com nossos alunos, a cada interdisciplina que cursávamos realizávamos atividades em nossas turmas, agora no estágio, por exemplo, busco o que aprendi em artes e fazemos uma releitura de uma obra de arte partindo de um comentário dos alunos assistido em um programa de televisão, conto uma história, construímos linha de tempo, enfim, estou trabalhando com meus alunos o que aprendi nas diversas interdisciplinas que cursei.
Paulo Freire
O estágio sempre me assustou, pois não pensei que poderia mudar minha forma de dar aulas, mas este foi o momento de utilizar todos os ensinamentos aos quais tivemos até então. Achei que seria muito difícil trabalhar com tecnologias em uma escola que não tem um LI atuante, ou seja, não podemos utilizá-lo, não por má vontade da direção, mas por problemas estruturais, mas tudo se consegue, não na proporção as quais desejamos ou precisamos mas pelo menos como um pontapé inicial.
Essas semanas de estágio estou aprendendo muito. Por que? Porque estou ousando, experimentando, analisando, criticando, ampliando meu olhar ( que classifico como muito importante). Com os questionamentos da minha orientadora planejo minhas aulas procurando interligar os conteúdos, antes trabalhava por disciplina agora consigo integrar, envolver o aluno em discussões buscando seus conhecimentos para a sala de aula, estou mais observadora, ou seja, atenta para os eventos que ocorrem no bairro para comentarmos em sala de aula, o que não fazia anteriormente.
Durante todo o curso trabalhamos com nossos alunos, a cada interdisciplina que cursávamos realizávamos atividades em nossas turmas, agora no estágio, por exemplo, busco o que aprendi em artes e fazemos uma releitura de uma obra de arte partindo de um comentário dos alunos assistido em um programa de televisão, conto uma história, construímos linha de tempo, enfim, estou trabalhando com meus alunos o que aprendi nas diversas interdisciplinas que cursei.
domingo, maio 23, 2010
Blog
O uso de tecnologia em sala de aula é muito importante e motivador, pena que não possuímos em nossa sala de aula aparelhos para uso de nossos alunos.
Para incentivar a escrita criei um blog para a turma, onde eles registrarão sobre os livros que estão lendo. Então esbarramos na falta de estrutura das escolas, pois em minha escola estamos com problemas de energia e não podemos utilizar o ambiente informatizado, logo para que os registros sejam feitos, primeiramente a escola estava me emprestando o "note", agora precisarei levar o meu, o que está dificultando, ou melhor atrasando, as postagens dos alunos, mas não podemos desistir pois eles estão muito ansiosos para postarem todos os comentários.
Deixo aqui um convite para visitarem oblog da nossa turma e se possível deixarem um comentários, certamente nós apreciaremos muito a sua visita.
Releitura de uma obra de Monet
Aproveitando uma sugestão da tutora Simone, busquei nas falas de meus alunos sobre o que assistiam na televisão, programas, para sugerir trabalharmos com obras de arte.
Utilizei uma obra de Monet, pois o mesmo havia sido menc ionado em um programa por eles assistidos e foi bem produtivo, pois eles sabiam de quem estava falando e me contaram a história que haviam ouvido.
Fizemos então uma releitura da obra de Monet: A barca de Gyverni. Os alunos procuraram reporduzir o quadro e após escreveram sobre a obra, o que viam na cena, o que a mesma sugeria, fizemos antes oralmente e foi interessante pois cada um interpretava de uma forma diferente, davam sugestões ou questionavam o relato de alguns colegas.
O trabalho com obras de artes e falar da biograia de seus autores foi bem motivador para que eles realizassem a atividade.
Leitura
Meu projeto de estágio aborda a leitura e escrita , logo venho incentivando o hábito de leitura em meus alunos.
Nestas semanas que se passaram, pude perceber que meus alunos ficam muito atentos quando realizo a leitura de textos, anteriormente quando fazíamos a interpretação escrita de textos eles copiavam os mesmos para após copiarem as atividades referentes a interpretação. Observando-os nestas atividades resolvi mudar e fazer a leitura do texto, foi bem produtivo pois os alunos ficaram atentos a leitura e realizaram as atividades propostas demonstrando esta atenção.
O incentivo a leitura não pode ficar restrito somente a sugestões mas praticar o que sugerimos, logo estamos conhecendo novos livros, meus alunos estão levando livros para casa nos finais de semana, pois durante a semana tem acesso aos livros em sala de aula, então na sexta-feira um grupo de alunos retira livros da biblioteca e os demais levam os livros disponíveis em nossa sala de aula, depois na segunda-feira comentamos sobre os livros lidos.
O que me tem deixado muito entusiasmada é que toda a sexta-feira existe uma busca pelos os livros sem eu precisar lembrá-los sobre nossa proposta de leitura.
sábado, maio 01, 2010
Semana da Educação
Esta semana tivemos, no município de Alvorada, seminários em função da Semana da Educação. Assisti as palestras sobre Inclusão e Dificuldades de Aprendizagem.
" A educação inclusiva supõe, sobretudo, uma mudança em nós, em nosso trabalho, das estratégias que utilizamos, dos objetos e do modo como organizamos o espaço e o tempo na sala de aula".
Sempre que assisto, ou falo com colegas sobre inclusão escuto as mesmas falas, ou seja, as escolas estão se adaptando em sua estrutura física para melhor atender ao aluno portador de necessidades especiais mas ainda não conseguiu se estruturar pedagogicamente. O professor se sente sozinho nesta caminhada, e como foi colocado acima para se ter uma inclusão devemos promover uma mudança em nós e no nosso trabalho, mas para que esta mudança ocorra temos que ter apoio da equipe pedagógica, devemos ter orientação, formação para melhor atender a estas crianças, ter um currículo, avaliação adaptados para atender a necessidade de cada aluno, caso contrário estaremos somente colocando este aluno numa sala de aula de uma escola regular.
A palestra foi muito interessante pois abordou todos estes temas, os palestrantes trouxeram suas experiências pessoais, mostraram que pode dar certo mas deve-se ter apoio pedagógico para se realizar um trabalho com qualidade.
" O não aprender é a impossibilidade de incorporar os objetos do conhecimento integrando-os às experiências de vida".
Outra palestra assistida foi sobre dificuldades de aprendizagem, onde foi abordado os diferentes tipos de dificuldades que nossos alunos podem apresentar como dislalia, dislexia, entre outros. O palestrante demonstrou algumas atividades que ajudam estas crianças que apresentam estes transtornos de aprendizagem e que podem ser realizados por todos os alunos, muito interessante e informativa.
" A educação inclusiva supõe, sobretudo, uma mudança em nós, em nosso trabalho, das estratégias que utilizamos, dos objetos e do modo como organizamos o espaço e o tempo na sala de aula".
Sempre que assisto, ou falo com colegas sobre inclusão escuto as mesmas falas, ou seja, as escolas estão se adaptando em sua estrutura física para melhor atender ao aluno portador de necessidades especiais mas ainda não conseguiu se estruturar pedagogicamente. O professor se sente sozinho nesta caminhada, e como foi colocado acima para se ter uma inclusão devemos promover uma mudança em nós e no nosso trabalho, mas para que esta mudança ocorra temos que ter apoio da equipe pedagógica, devemos ter orientação, formação para melhor atender a estas crianças, ter um currículo, avaliação adaptados para atender a necessidade de cada aluno, caso contrário estaremos somente colocando este aluno numa sala de aula de uma escola regular.
A palestra foi muito interessante pois abordou todos estes temas, os palestrantes trouxeram suas experiências pessoais, mostraram que pode dar certo mas deve-se ter apoio pedagógico para se realizar um trabalho com qualidade.
" O não aprender é a impossibilidade de incorporar os objetos do conhecimento integrando-os às experiências de vida".
Outra palestra assistida foi sobre dificuldades de aprendizagem, onde foi abordado os diferentes tipos de dificuldades que nossos alunos podem apresentar como dislalia, dislexia, entre outros. O palestrante demonstrou algumas atividades que ajudam estas crianças que apresentam estes transtornos de aprendizagem e que podem ser realizados por todos os alunos, muito interessante e informativa.
Planejamento
"Planejar requer ser flexível para replanejar sempre que for preciso".
Planejar é sempre estar atento as necessidades dos alunos. Devemos ser flexível em nosso planejamento, pois quando pensamos em nossa aula não levamos em conta as diversidades, ou seja, alguns fatores que podem interferir para a realização, ou melhor, a concretização da mesma. Devemos ter sensibilidade e sermos flexíveis para abandonarmos o planejamento inicial e adaptarmos outro que atenda as necessidades do grupo.
Na semana anterior havia planejado a aula que aplicaria mas quando cheguei na sala de aula, em função do tempo, menos da metade da turma havia comparecido a aula, como havia planejado iniciar um conteúdo novo resolvi reestruturar a minha aula para não prejudicar os alunos que não haviam comparecido, logo, fiz uma revisão dos conteúdos trabalhados durante a semana utilizando os jogos como meio de fixação dos assuntos vistos durante a semana.
Ao planejar nossas aulas buscamos as melhores alternativas para desenvolver os conteúdos adptando a realidade de nossos alunos, usando a metodologia mais adequada, mas as vezes temos que fazer ajustes neste planejamento para atender as necessidades mais urgentes que a turma apresenta nos diferentes momentos de uma aula.
Planejar é sempre estar atento as necessidades dos alunos. Devemos ser flexível em nosso planejamento, pois quando pensamos em nossa aula não levamos em conta as diversidades, ou seja, alguns fatores que podem interferir para a realização, ou melhor, a concretização da mesma. Devemos ter sensibilidade e sermos flexíveis para abandonarmos o planejamento inicial e adaptarmos outro que atenda as necessidades do grupo.
Na semana anterior havia planejado a aula que aplicaria mas quando cheguei na sala de aula, em função do tempo, menos da metade da turma havia comparecido a aula, como havia planejado iniciar um conteúdo novo resolvi reestruturar a minha aula para não prejudicar os alunos que não haviam comparecido, logo, fiz uma revisão dos conteúdos trabalhados durante a semana utilizando os jogos como meio de fixação dos assuntos vistos durante a semana.
Ao planejar nossas aulas buscamos as melhores alternativas para desenvolver os conteúdos adptando a realidade de nossos alunos, usando a metodologia mais adequada, mas as vezes temos que fazer ajustes neste planejamento para atender as necessidades mais urgentes que a turma apresenta nos diferentes momentos de uma aula.
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